• Argentina - Portal público de noticias de la República Argentina.

Turismo - Informação útil


indicador
Turismo, 06 de Abril de 2008

Informação útil

A Segurança

No contexto Da América Latina, a Argentina está considerada como um país seguro para o turista. Se comparado a taxa de homicídios, a da Argentina é de 6,8 para cada 100 mil habitantes; quase quatro vezes menos que a média regional. Em geral, os circuitos turísticos da cidade de Buenos Aires estão bem custodiados pela polícia, e no interior do país, os níveis de segurança são ainda mais altos. Portanto, a Argentina acaba de ser designada, junto com o Chile, sede do famoso Rally Dakar para sua versão de 2009.

Os Transportes

O aeroporto Ministro Pistarini da cidade de Ezeiza, a quilômetros de Buenos Aires, tem conexões diretas com toda a América Latina e as principais cidades européias. Lan e Aerolíneas Argentinas são as duas empresas privadas mais importantes que voam desde  Buenos Aires a quase todo o país.

Na Argentina não há uma rede ferroviária de longa distância para turistas, embora sim uma série de trens de curta e média distância que percorrem circuitos turísticos. O mais famoso é o Trem das Nuvens –na província de Salta--, que interna-se na chapada da Puna. Também, na Patagônia há três muito famosos como o do Fim do Mundo em Tierra del Fuego, a Trochita nas cidades de Esquel e El Maitén –uma verdadeira relíquia rolante--, e outro que une as cidades de Viedma e Bariloche.  

A extensa rede de estradas da Argentina comunica praticamente cada recanto do país, e as empresas de transporte de passageiros desenvolveram-se com um nível de serviço que supera amplamente os padrões da Europa e Estados Unidos. E além disso, são muito econômicos. Por 43 euros, por exemplo, pode-se viajar desde Buenos Aires a Iguaçu em 17 horas, em dezenas de ônibus diários que oferecem um serviço leito com assentos reclináveis a 180 graus, banheiro a bordo, aeromoça que serve refeições com entrada, prato principal quente, sobremesa, vinho e uísque, como na primeira classe de uma linha aérea internacional. Os ônibus, geralmente, saem de tarde, o viageiro dorme toda a noite e acorda bem descansado em Iguaçu. Da mesma maneira, pode se viajar à zona de Cuyo –mais próxima que Porto Iguaçu— ou ao noroeste. A Patagônia, pelo contrário, está mais afastada, no entanto, se dispor de tempo suficiente, você poderá viajar em vários trechos, começando por Bariloche.

Idioma

O espanhol é a língua oficial da Argentina, e o inglês é a segunda língua mais estudada. E especialmente nos circuitos turísticos, quase toda pessoa que trabalha em contato com os viageiros fala ao menos um nível de inglês suficiente para se comunicar fluentemente. Portanto se pode viajar pela Argentina sem saber falar espanhol.

Serviços

No final do ano 2008, espera-se que a quantidade de turistas estrangeiros ingressados à Argentina supere os 3 milhões. Para recebê-los há mais de setenta hotéis 5 estrelas, rústicas estâncias, hotéis-butiques e ecolodges espalhados ao longo de todo o território, muitos deles recentemente inaugurados, graças ao boom do turismo, que converteu-se na terceira fonte de renda do país. Cada vez um maior número de pessoas estuda serviços turísticos em universidades especializadas, e também há muito boas escolas de guias. Conforme a jornalista inglesa Christabell Dilks –autora da prestigiosa guia Footprint 2007--, “na Argentina a infra-estrutura é excelente; os serviços e a hospedagem alcançam os mais altos padrões, é seguro viajar –e o melhor de tudo--, os argentinos são as pessoas mais  hospitaleiras que você provavelmente conhecerá”.

Quando Ir

A Argentina, diferentemente dos países da América Central, tem suas quatro estações muito bem marcadas. Quando no hemisfério norte é inverno, no sul do continente é verão, convertendo a Argentina na alternativa ideal para escapar dos frios da Europa e da América do Norte. Por se tratar de um país tão diverso, qualquer generalização é relativa, já que uma mesma estação pode ser conveniente para uma região e não para a outra. Nas provincias mais nortenhas –Misiones, Salta e Jujuy—janeiro e fevereiro costumam ser bastante quentes, com temperaturas de até 40 graus centígrados. Porém ao mesmo tempo, estes são os meses ideais para ir à Patagônia, onde pode ser curtido um clima temperado e céus azuis. Contudo, isto não significa que não possa ir à Patagônia no inverno, quando cai neve, porque milhares de pessoas fazem isso especialmente para esquiar ou desfrutar uma cabana com lareira à lenha rodeada de neve. Em compensação, no inverno algumas zonas da Patagônia tornam-se inacessíveis por terra, e o frio pode se tornar incômodo na hora de desfrutar as paisagens. Por último, o outono tem um interesse muito particular na Patagônia, já que seus bosques tomam uma cor vermelha e amarelado que a convertem em uma paisagem de contos. No verão é, por conseguinte, a época mais recomendável, se pensa fazer eixo em Buenos Aires e a Patagônia (o norte pode ser visitado perfeitamente no verão, exceto as pessoas que sofram excessivamente com o calor). E se o eixo é Buenos Aires e as províncias do norte, o outono, a primavera e o inverno são as estações ideais.

A Gastronomia

A diversidade cultural e geográfica da Argentina reflete-se, é claro na sua gastronomia, onde as grandes correntes imigratórias européias desde inícios do século XX deixaram uma forte marca. A cozinha italiana está muito presente na comida cotidiana e também nos restaurantes. E há um dito que sentencia: “se você não comer massa na Itália, coma na Argentina”. O mesmo vale para a pizza, um prato muito popular que em Buenos Aires desenvolveu uma altíssima qualidade. A cozinha espanhola também está muito desenvolvida, e como toda grande cidade cosmopolita pode deleitar-se com um bom sushi, comidas mexicanas, peruana e internacional em geral, especialmente em pólos gastronômicos de alta cozinha como: Las Cañitas no bairro de Palermo ou Puerto Madero na zona cêntrica.

Na Patagônia os pratos emblemáticos são saborosas truchas de vários quilos, e o cordeiro patagônico grelhado, um manjar incomparável ao nível mundial. Nas províncias do noroeste a influência indígena manifesta-se em ingredientes locais como a carne de lhama, os papines andinos e vários tipos de milho, que são utilizados para cozinhar guisos e empanadas. Porém, a comida argentina, por direito próprio –um dos poucos aspectos de sua cultura que se repete de ponta a ponta do país--, é o churrasco de terneira grelhada, a melhor forma de experimentar a carne argentina. Geralmente, o churrasco é levado à mesa em uma pequena churrasqueira portátil com carvões em brasa que o mantém quente, e comem-se cortes como a tira (tiras de costelas), o fraldão, o delicioso lombo, os rins, los chinchulines (intestino delgado), a tripa gorda (tripa grossa) e embutidos como a lingüiça e o chouriço.

Partes