
A zona vitivinícola mais importante de La Rioja está situada nos Vales de Famatina, entre o Maciço de Velasco e o nevado de Famatina.
Como nas outras províncias da rota do vinho, as condições são muito boas para o cultivo de vinhedos, devido a uma altura de mais de 1.000 metros, solos “aluvionares” com textura franca a franca-arenosa, baixa umidade do ambiente, poucas precipitações e uma amplitude térmica média, na época do verão, que vai dos 35° C durante o dia até os 17° C pela noite.
A orientação dos cordões montanhosos evita que os primeiros e os últimos raios solares incidam diretamente sobre as videiras. A zona mais importante está no Vale de Chilecito. A variedade mais cultivada é Bonarda, da qual se obtêm vinhos para consumo diário; também se produz muito bem o Torrontés Riojano, com sua inconfundível tonalidade branca dourada e seu intenso aroma frutado.
Atualmente estão começando a serem cultivadas outras variedades como o Cabernet Sauvignon, Syrah e Chardonnay. Segundo os especialistas, as características do clima e as variedades cultivadas determinam a produção de vinhos regionais com predominância dos vinhos brancos.
Para consumo da fruta fresca, as variedades preferidas são Red Globe, Cardinal e Emperador; e para passas: Sultanina Branca e Arizul.
La Riojana é a adega mais tradicional desta zona, e que foi fundada em 1940, apesar de que existem outras que também podem ser visitadas. Além do Vale de Chilecito outras importantes áreas de cultivo e produção são: Coronel Felipe Varela, Famatina, Castro Barros, Arauco, General Sarmiento e San Blas de los Sauces.