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País - Símbolos Nacionais


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País, 01 de Janeiro de 2008

Símbolos Nacionais

Hino Nacional Argentino
Hino Nacional Argentino

Aprovado pela Assembléia no 11 de maio de 1813, foi composto por Vicente López y Planes e Blas Parera. Foi interpretado pela primeira vez na casa de Mariquita Sánchez de Thompson. Em 1900, durante a presidência de Julio A. Roca, determina-se que nas festas oficiais, colégios e escolas só serão cantados o primeiro e o último quarteto e o coro.


As insígnias nacionais
Foi criada pelo General Manuel Belgrano no 27 de fevereiro de 1812 e adotada como tal pela lei de 25 de julho de 1816. A Bandeira Argentina é o reflexo do céu da pátria, tal como se pode contemplar nos dias serenos: uma cor de céu celeste sem nenhuma nuvem, com o sol da liberdade brilhando no centro.
Foi originado na chancela usada pela Soberana Assembléia Geral Constituinte de 1813. Os antebraços humanos representam a união dos povos do Rio da Prata. O gorro frígio é um símbolo de liberdade, e a lança curta evidencia o propósito de mantê-la até com as armas. O sol anuncia o surgimento da Nação. As folhas de louro são símbolos de vitória. O laço faz alusão à nacionalidade argentina.
Uma versão afirma que o branco e o azul celeste foram usados pela primeira vez nas invasões inglesas (1806-1807) pelos Patrícios, a primeira milícia urbana do Rio da Prata, e depois voltaram-se populares entre os nativos. Outra diz que a insígnia foi estreada por um grupo de damas de Buenos Aires quando tiveram uma entrevista com o Cornelio de Saavedra, chefe dos Patrícios, no 19 de maio de 1810.

Marchas Nacionales
Em 1900, sanciona-se um Decreto dispondo que nas festas oficiais, nos colégios e nas escolas apenas se cantem a primeira e última quadrinha e o estribilho do hino; com a intenção de manter a harmonia no convívio com os espanhóis residentes no país e com a Espanha. Letra: Vicente López y Planes; Música: Blas Parera.
No dia 3 de fevereiro de 1813, na cidade de San Lorenzo, na província de Santa Fe, desenvolveu-se o combate conhecido com esse nome, no qual se presta homenagem com esta marcha. Em dita batalha, o Sargento Cabral morre no campo de fogo para salvar a vida do General San Martín. Letra: Carlos Javier Benielli; Música: Cayetano Alberto Silva.
Esta marcha à bandeira nacional está dedicada aos soldados argentinos e foi cantada pela primeira vez em 1906, em Campo de Mayo. A letra é de Juan Chassaing e a música de Juan Imbroisi.
Em 1908, o Governo nacional encarregou uma ópera dedicada a exaltar os valores pátrios ao músico ítalo-argentino Héctor Panizza, quem baseou o argumento sobre um roteiro criado em colaboração por Héctor Cipriano Quesada e Luigi Illica. Em 1945, foi incluída dentro do conjunto de músicas pátrias por decreto do poder executivo.
O General José de San Martín é o héroi máximo da história argentina, chamado o Pai da Pátria. A luta pela independência americana é venerado por vários países sul-americanos, e ganhou o nome de El Libertador. Letra: Segundo Argañaraz; Música: Arturo Luzzatti.

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