
Com a finalidade do desenvolvimento de vinhedos, promover a Marca País e a adquisição de bens de capital, a Presidente, Cristina Fernández, prolongou a suspensão da alíquota de 12 por cento que as adegas que produzem vinhos espumantes deveriam pagar.
No dia 31 de janeiro venceu o prazo pactuado por três anos entre o governo e as adegas argentinas em que se acordava a suspensão da cobrança do imposto aplicável sobre a venda de champanhas e vinhos espumantes pelo prazo de três anos.
A atual Presidente, Cristina Fernández, prolongou esse prazo por dez anos com a finalidade de que o dinheiro não percebido pelo fisco converta-se em "adquisição de bens de capital; desenvolvimento de vinhedos próprios e de terceiros; incorporação de novas tecnologias e promoção no exterior da marca país", conforme informou Área do Vinho, empresa dedicada à comunicação do setor.
Juan Carlos Pina, gerente de Bodegas de Argentina, fundamentou que "o certo deste acordo é que para promover os investimentos resultou como um mecanismo de sucesso, porque os investimentos realizado no momento superaram o que havia sido pactuado".