
O Vale de Punilla se veste de festa para apresentar o espetáculo folclórico mais imponente da América Latina. A frase “Aqui Cosquín” ecoa nos alto-falantes do palco principal da cidade cordobesa.
Pouco a pouco, foi se transformando num símbolo da cidade até chegar a ser o festival mais importante de música folclórica da América latina.
Quase cinqüenta anos depois daquele primeiro Festival Nacional de Folclore. Com o simples objetivo de promover esta cultura, um grupo de pessoas organizou um pequeno encontro folclórico que incluía dança, canto e poesia. Pouco a pouco, foi se transformando num símbolo da cidade até chegar a ser o festival mais importante de música folclórica da América latina.
O festival não se conformou com sua repercussão na Argentina e na América Latina senão que ampliou seus horizontes para a Europa e Ásia. Numerosas delegações desses continentes chegaram à cidade trazendo consigo sua própria arte. O encanto foi tão grande que desde 1975, todo mês de outubro, a cidade japonesa de Kawamata organiza um encontro chamado Cosquín no Japão, no qual alguns japoneses interpretam danças nativas argentinas.
A demanda dos espectadores foi aumentando cada vez mais, e no ano 2001 a cidade decidiu criar um novo palco com mais de oitocentos metros quadrados de superfície, um dos maiores da América.
Mas o festival não se limita ao que acontece sobre o palco. A cidade inteira vibra em cada uma de suas ruas e praças oferecendo contínuos espetáculos de rua entre danças, cantos e comidas autóctones durante estas nove luas (nome que recebe fazendo referência aos nove dias que dura o festival).