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Ciência e Educação - Centros de Pesquisa


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Ciência e Educação, 05 de Dezembro de 2008

Centros de Pesquisa

Na Argentina existem diferentes modalidades de centros científicos. Porém, o organismo que tem mais institutos e centros de pesquisa é o Conicet, universidades públicas e privadas, empresas e associações profissionais desenvolvem este tipo de atividade, além de governos provinciais.

Os institutos dependentes do Conicet são considerados Unidades Executoras das políticas do organismo e podem funcionar em universidades ou outras instituições oficiais ou privadas; é o próprio Conicet quem avalia sua ação. Conforme o organismo, “os institutos de pesquisa enquadram sua atividade nas diferentes áreas do conhecimento conforme o seguinte detalhe: 41% pesquisa na área de ciências biológicas e da saúde; 29% em ciências exatas e naturais; 12% em ciências sociais e humanidades e 18% em ciências agrárias, engenharias e de materiais”.

Além das Unidades Executoras, o Conicet prevê a existência de Unidades Associadas unidas através de convênios específicos. Pode ser universidades ou outro tipo de entidades. Pesquisadores do Conicet, pessoal de apoio ou estagiários desenvolvem ali suas atividades de pesquisa.

De todas as maneiras, o Conicet prevê a existência de pesquisadores e estagiários em empresas de base tecnológica ou que incluam pesquisa entre suas atividades, para promover a inovação na produção de bens e serviços. Empresas que também e por outro lado valem-se de diferentes acordos com universidades para desenvolver seus empreendimentos e pesquisas tecnológicas.

Também existem fundações privadas que desenvolvem pesquisa. O Instituto Leloir, na área bioquímica, e a Fundação Favaloro, na área médica, são bons exemplos deste tipo, com grande tradição.

O interessante é que apesar de não perder suas autonomias, cada instituição realiza convênios com universidades, Conicet e privados, de modo que obtenha-se o requisito de colaboração interinstitucional tão importante nestes anos.
 

Ciência argentina
A pesquisadora Ana Belén Elgoyhen recebeu o Prêmio L´Óreal-Unesco for Women in Science, por suas contribuições ao entendimento da genética da audição.


Últimas notícias
Liliana Forzani, pesquisadora do Conicet, recebeu ontem o Prêmio L´Oreal-Unesco Pela mulher na ciência, de mãos do ministro de Ciência Lino Barañao, por seu trabalho sobre redução de dimensões.
Ganhou o Troland 2008, um galardão à pesquisa em psicologia.
A vacina contra a brucelose desenvolvida por pesquisadores do Instituto de Pesquisas Biotecnológicas -Instituto Tecnológico de Chascomús, do Conicet e da Universidade Nacional de San Martín, recebeu o prêmio DuPont-Conicet.
É Eduardo Artz, quem se aperfeiçoou à Alemanha e voltou para trabalhar aqui.
É a bioquímica Ana Belén Elgoyhen, que ajudou a explicar as bases moleculares da audição. Recebe em Paris o Prêmio L Oréal-Unesco For Women in Science.
O senador portenho e ex-ministro da Educação foi reconhecido com a medalha Jan Amos Comenius, outorgada pela organização internacional em reconhecimento por êxitos destacados no campo da pesquisa e da inovação educativas.
Lino Barañao ressaltou o “conceito excelente” que têm em relação aos pesquisadores e jovens estudantes argentinos, na Fundação Nacional de Ciência, a máxima autoridade nacional da agência governamental de Ciência e Tecnologia.

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